De acordo com um estudo a que o jornal Metro teve aceso, cerca de 85% dos jovens homo ou bissexuais já ouviram comentários homofóbicos na escola.
Segundo o estudo da rede ex aequo (Associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais transgéneros e simpatizantes), 38% das queixas recebidas ocorreram em Lisboa, seguindo-se Leiria (11%) e Portalegre (16%). O mesmo estudo revela que em “16% dos casos houve tentativa de suicídio”.
Face a estes resultados, a associação enviou no dia 12 de Março de 2013 este documento ao Ministro da Educação e da Ciência, Nuno Crato, com o objectivo de “sensibilizar para a problemática da homo e da transfobia”.
A rede ex aequo revelou ainda ao jornal Metro que “a discriminação com base na orientação sexual e expressão de género permanece de forma bem marcada nas escolas portuguesas”.
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